"A paz mundial é uma conquista pessoal."
By me.
Comentários: Hahaha, rimou...
terça-feira, fevereiro 27, 2007
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Aceitação.
Sábado, 24 de Fevereiro, Aula de filosofia,
Questão 1 da página 13:
1.Discuta o fundamento do preconceito racial e como a filosofia pode nos ajudar a vencê-lo.
Eu paro e penso por muito, muito tempo, até começar a escrever.
“O preconceito racial vive há muito mais tempo do que nós conseguimos imaginar.
O óbvio seria dizer que, no Brasil, começa durante a colonização, período em que os europeus passam a trazer escravos africanos, negros, para trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar.
Mais precisamente, após lei áurea, quando o negro (livre, desempregado, sem bens, sem ouro, que vive nas ruas e precisar furtar para comer) é taxado de criminoso, de ignorante, de preguiçoso e completamente marginalizado pela sociedade. Foi algo que se entranhou nos conceitos da época e que, mancomunado com o preconceito quanto à classe social, dura até hoje.
Tudo bem, então. O racismo tem raiz histórica no Brasil, mas abrange o mundo inteiro. Por quê?
Acredito que o preconceito quanto a etnia tem a mesma origem que o preconceito quanto a religião, opção sexual, sexo oposto, estrangeiro, e que não passam da mais natural intolerância humana a tudo o que for diferente de nós. Nós estranhamos, humilhamos, evitamos, excluímos tudo o que for, mesmo que só aparentemente, diferente de nós.
Através da filosofia, uma ciência que estuda a realidade humana a fim de transformá-la, pode-se refletir de modo a nos conhecer mais a fundo, questionar e corrigir, mudando profundamente de atitude em relação ao negro, ao vermelho, ao pardo, ao amarelo, ao albino, ao judeu, ao gay, ao árabe, ao mundo.
Aceitar a diferença como uma possível aptidão é um passo para a superação, a unificação das nações, a evolução humana: biológica e social.”
Questão 1 da página 13:
1.Discuta o fundamento do preconceito racial e como a filosofia pode nos ajudar a vencê-lo.
Eu paro e penso por muito, muito tempo, até começar a escrever.
“O preconceito racial vive há muito mais tempo do que nós conseguimos imaginar.
O óbvio seria dizer que, no Brasil, começa durante a colonização, período em que os europeus passam a trazer escravos africanos, negros, para trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar.
Mais precisamente, após lei áurea, quando o negro (livre, desempregado, sem bens, sem ouro, que vive nas ruas e precisar furtar para comer) é taxado de criminoso, de ignorante, de preguiçoso e completamente marginalizado pela sociedade. Foi algo que se entranhou nos conceitos da época e que, mancomunado com o preconceito quanto à classe social, dura até hoje.
Tudo bem, então. O racismo tem raiz histórica no Brasil, mas abrange o mundo inteiro. Por quê?
Acredito que o preconceito quanto a etnia tem a mesma origem que o preconceito quanto a religião, opção sexual, sexo oposto, estrangeiro, e que não passam da mais natural intolerância humana a tudo o que for diferente de nós. Nós estranhamos, humilhamos, evitamos, excluímos tudo o que for, mesmo que só aparentemente, diferente de nós.
Através da filosofia, uma ciência que estuda a realidade humana a fim de transformá-la, pode-se refletir de modo a nos conhecer mais a fundo, questionar e corrigir, mudando profundamente de atitude em relação ao negro, ao vermelho, ao pardo, ao amarelo, ao albino, ao judeu, ao gay, ao árabe, ao mundo.
Aceitar a diferença como uma possível aptidão é um passo para a superação, a unificação das nações, a evolução humana: biológica e social.”
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